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O Sorrir é Viver é um projeto criado e mantido pelos estudantes de Medicina da Faculdade de Medicina do ABC - FMABC.

Cheios de sonhos e perspectivas sobre sua futura profissão, em 2002, alguns acadêmicos do primeiro ano do curso de Medicina estruturaram um projeto. O objetivo de estimular os alunos a pensar sobre uma formação médica integral e humanizada, utilizando como veículo de transformação do ambiente hospitalar a arte lúdica do clown. O Sorrir é Viver procura manter vivos esses sonhos para que não se percam ao longo dos anos. Temos o intuito de gerar profissionais médicos mais humanizados, estudantes conscientes do seu papel e uma realidade hospitalar melhor. Através de nossas ações, procuramos impactar beneficamente a sociedade atual e colaborar para as futuras.

 As bases teóricas, metodológicas e de pesquisa sobre os efeitos benéficos da humanização hospitalar foram inspiradas no sucesso da atuação dos Doutores da Alegria e da medicina proposta pelo Dr. Hunter “Patch” Adams.

Para que os ideais saíssem do papel, foi preciso capacitar os acadêmicos que se interessaram em participar. Foi quando Antonio Correa Neto entrou em cena: ator formado em arte clown, diretor teatral e pedagogo, desde 2005 ele é o responsável pela direção artística do Sorrir é Viver até o ano de 2012, quando deixou o cargo que passou às atuais professoras, Carina Prestupa (Clown), Vanessa Castro (Contadora) e, mais recentemente, Lilian Engelmann (Musicante), na agora ONG Sorrir é Viver.

O primeiro grupo de clowns iniciou suas atividades em março de 2005. Em 2007, seis integrantes se formaram médicos, representando uma geração pioneira de “médicos clowns” no Brasil, os quais hoje percebem a contribuição do projeto para a sua prática médica. Atualmente, existem vinte “médicos clowns”, seis turmas capacitadas e a sétima está em processo de formação,  juntamente à segunda de contadores de historias, nova vertente lançada em 2010.