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Portanto, vimos que o aprimoramento de valores humanitários dos (as) “Rondonistas” manifesta-se na intensificação do sentimento de responsabilidade social e coletiva, em prol da cidadania, contribuindo na sua formação acadêmica e proporcionando-lhe o conhecimento da realidade brasileira através do exercício da solidariedade. 
 
Venham conosco!
 

 - Edital Projeto Rodon

Termo de compromisso

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Desenvolvido pelo Ministério da Defesa, em parceria com governos estaduais, municipais e Instituições de Ensino Superior (IES) públicas e privadas, o Projeto Rondon Nacional contribui para a formação do jovem universitário (a) como cidadão (ã) e para o desenvolvimento sustentável nas comunidades carentes.

Sua primeira operação, também chamada de Operação Piloto ou Operação Zero, realizada em julho de 1967, contou com a participação de 30 alunos e dois professores da Universidade do Estado da Guanabara (atual Universidade do Estado do Rio de Janeiro), da Universidade Federal Fluminense e da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro.

Durante 28 dias, rondonistas realizaram trabalhos de levantamento, pesquisa e assistência médica no território de Rondônia. Em junho de 1968 foi criado o Grupo de Trabalho Projeto Rondon, subordinado ao então Ministério do Interior, efetivando assim, a criação do Projeto.

Funcionando até 1989, e retomado a partir de 2005, o Projeto beneficia os municípios previamente selecionados com o envio de professores (as) e alunos (as) universitários (as) de diferentes áreas do conhecimento.

Poderosa ferramenta de transformação, tanto de universitários (as) quanto das comunidades beneficiadas, o Projeto Rondon prioriza a formação de multiplicadores entre produtores, agentes públicos, professores (as) e lideranças locais. Com isso, permite que as ações tenham efeitos duradouros, favorecendo no longo prazo a população, a economia, o meio ambiente e a administração local.

Desde o relançamento, em 2005, o Projeto Rondon realizou 76 “operações”, em 1.142 municípios de 24 unidades da federação, com a participação de 2.170 instituições de ensino superior e 21.436 rondonistas (universitários e professores), alcançando cerca de dois milhões de pessoas.

Em função de sua grande cobertura territorial, o apoio das Forças Armadas é indispensável, proporcionando o suporte logístico e a segurança necessários às operações.

Em 2016, 604 rondonistas desenvolveram ações em 29 municípios do Maranhão, Mato Grosso, Rio Grande do Norte e Espírito Santo.

No ano de 2017, o projeto completou 50 anos da Operação Zero, reforçando sua importância social e educacional.

Em janeiro de 2011, a FMABC coordenou o Projeto Rondon no sertão de Sergipe em Gararu, município que fica a 160 km da capital de Aracajú à beira do Rio São Francisco. Foram desenvolvidas ações de promoção à saúde, educação, justiça social, direitos humanos, cultura e lazer.

Vamos continuar nos empenhando e enviando projetos da FMABC para conquistar mais experiências enriquecedoras.

O chamamento se dará a partir das inscrições efetuadas no link inscrições NUREC no site da FMABC.

Importante ressaltar que os relatórios solicitados e a participação em reuniões de planejamento, formação e preparo das ações serão essenciais para a atuação nas “operações” e também para a posse dos certificados que vale hora complementar.

Responsáveis:
Profa. Silmara Conchão (saúde coletiva)
Regina Ortensi Domingues (Clínica Pedriática)
Discente Tamires Correia Santana (Fisioterapia)

PARA SABER MAIS DO NACIONAL:

As operações do Rondon Nacional acontecem nas férias escolares de julho e janeiro e os editais podem ver no site abaixo:
http://www.projetorondon.defesa.gov.br/portal/

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O Rondon Local existe desde 2013, período o qual intensificou suas ações com apoio da Prefeitura, na Vila de Paranapiacaba e Parque Andreense, através do Projeto Gênero, Saúde e Meio Ambiente (GSMA) no município de Santo André.

A FMABC, com apoio do CESCO (Centro de Estudos de Saúde Coletiva), organiza atividades de integração comunitária na região do ABC, especialmente, em regiões periféricas e/ou em área de manancial.

Experiência esta, baseada em ações do Projeto Rondon aplicada em áreas do Nordeste brasileiro.
Colocamos em prática nosso plano de ação nestas áreas periféricas e de manancial de Santo André que duraram de 2013 até 2016. Período em que nos possibilitou levantar os resultados de três anos de intervenção universitária em parceria permanente com a Prefeitura, especialmente com a área de políticas para as Mulheres, em uma mesma comunidade.

Em 2017, em uma articulação planejada com o movimento jovem do Hip Hop da cidade e da comunidade da Kibon, nos integramos à população da ocupação, com as atividades de saúde, educação, justiça social, lazer e cultura. Sendo assim, nasce desta parceria o “Rondon Kibon”.
O Morro da Kibon tem como referência o “Tancão da Morte” que é o maior atrativo do Parque do Guaraciaba, área de preservação situada na divisa de Mauá e Santo André, região do Grande ABC.

Por meio de um breve levantamento diagnóstico realizado na ocupação, através das visitas domiciliares e de ações de lazer com as crianças em 2017 e do nosso planejamento estratégico com a participação da comunidade em 2018, destacamos algumas características observadas: evasão escolar na juventude; baixa escolaridade; falta de acesso à informação; baixo nível sócio econômico; carência de auxílios governamentais como bolsa família, por exemplo, haja vista que atualmente este local é um dos maiores bolsões de Bolsa Família no município.

Foi verificado também, casos de hipertensão e de diabetes; desconhecimento em saúde sexual e reprodutiva; gravidez na juventude; não acesso a exames essenciais como mamografia; violência doméstica e contra a mulher; “bullying”; e uso abusivo de drogas.

Nos assuntos que permeiam os órgãos públicos diversos problemas de infraestrutura foram detectados. Assuntos como saneamento básico, descarte e depósito de lixo (resíduos), capitação e drenagem de água, condições adequadas de terreno e do solo, entre outros, são totalmente desconhecidos ou inimagináveis nesta comunidade.

Diante deste breve e desafiador panorama, formulamos ações, que envolve parcerias com movimentos sociais, poder público e ONGs, dentre outras. Ações que estão em pleno andamento, o qual, iremos avaliar e medir os resultados em novembro de 2018.
As operações do Rondon Local da Kibon acontecem em finais de semana, sábados, domingos e feriados. O chamamento se dá a partir das inscrições efetuadas no link inscrições NUREC no site da FMABC.

Importante ressaltar que os relatórios solicitados e a participação em reuniões de planejamento, formação e preparo das ações serão essenciais para a atuação nas “operações” e também para a posse dos certificados que vale hora complementar.
Venham conosco para o Rondon Local na Ocupação da Kibon/ Santo André!

Professores (as) Responsáveis:
Profa. Silmara Conchão (saúde coletiva);
Profa. Juliana Mora Veridiano (citologia e histologia);
Prof. Gerson Salay (parasitologia);
Prof. Rodrigo Romão (gestão ambiental);
Profa. Narjara Pereira Leite (nutrição);
Profa. Roberta Boaretto (saúde coletiva);
Profa. Cintia Carniel.

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Em 25 de maio de 2010, a FMABC assinou um Termo de Cooperação com o Projeto Rondon®, através da Associação Rondonista do Estado de São Paulo, marcando a retomada do Projeto no Estado e também o início das atividades da COMEX, Comissão de Extensão na Faculdade.

Desde 2010 os educadores (as) das universidades parceiras do Projeto Rondon® entenderam as experiências em campo como um espaço de formação cidadã e de implicação metodológica entre a formação do estudante e as transformações na vida social e política das populações atendidas pelos projetos de extensão.

Além de atuarmos em Itapeva fomos para o Projeto Rondon® Vargem e Ilha Bela no interior de São Paulo. E em Jampruca no Vale do Jequitinhonha no Estado de Minas Gerais.

Com esta bagagem vivenciada que envolveu centenas de alunos (as) e diversos professores (as) foi possível uma ampla e profunda construção teórica e metodológica para o que se espera e acredita-se enquanto extensão universitária de integração nas comunidades.

A missão Itapeva do Projeto Rondon® reforça a necessidade atual e emergente pelo desenvolvimento de metodologias de atuação profissionais cada vez mais complexas, para atender as demandas, também complexas, da vida humana, em especial na sua configuração comunitária.

Para isso, há a necessidade que os educadores do ensino superior em parceria com organizações vinculadas a ações territoriais e populacionais, como o Projeto Rondon® desenvolvam de forma crítica, metodologias de ensino que gerem efeitos na formação acadêmica do (a) estudante do ensino superior, assim como efeitos na dimensão social e política da vida territorial destas populações.

Por fim, a reunião destas informações possibilita chegar a um eixo, na qual será chamado de “campo das questões sociais”, em que todas as ações de extensão vinculadas ao Projeto Rondon® serão sustentadas.

Importante que não se perca de vista o papel de mediador em desenvolvimento local participativo que a equipe assumiu e o uso de estratégias, atividades mediadoras, para aproximar atores e operacionalizar o jogo de tensões entre demandas X soluções do contexto local.

As operações do Rondon Estadual® acontecem no interior de SP em períodos de férias escolares. O chamamento se dará a partir das inscrições efetuadas no link inscrições NUREC no site da FMABC.

Importante ressaltar que os relatórios solicitados e a participação em reuniões de planejamento, formação e preparo das ações serão essenciais para a atuação nas “operações” e também para a posse dos certificados que vale hora complementar.

Professoras Responsáveis:
Profa. Silvia de Oliveira.

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ORIGEM E HISTÓRIA DO “PROJETO RONDON NO BRASIL”
 
Porque Rondon?
 
Em homenagem ao Marechal Rondon (1865-1958) que foi militar e sertanista brasileiro. Idealizador do Parque Nacional do Xingu e Diretor do Serviço de Proteção ao Índio. Atravessou o sertão desconhecido, na maior parte, habitado por índios bororos, terenas e guaicurus. Abriu estradas, expandiu o sistema de telégrafo brasileiro e ajudou a demarcar as terras indígenas. Nasceu em Mimoso, hoje Santo Antônio de Leverger, Mato Grosso, no dia 5 de maio de 1865. 
 
O Projeto Rondon é o maior projeto de extensão do país. Promovido pelo Ministério da Defesa do Governo Federal, com o envolvimento de outros ministérios, comemorando no ano de 2017 o seu Cinquentenário. Em 11 de julho de 1967, durante a ditadura militar, uma equipe formada por 30 universitários e dois professores do antigo Estado da Guanabara, conheceu de perto a realidade amazônica no então território federal de Rondônia. A primeira missão, batizada de Operação Zero, teve a duração de 28 dias. A esse movimento deram-lhe o nome de Projeto Rondon, em homenagem ao bandeirante do século XX, o Marechal Cândido Mariano da Silva Rondon. O Marechal Rondon, patrono da Arma de Comunicações do Exército Brasileiro, foi indicado ao Prêmio Nobel da Paz por duas vezes por seus esforços na integração nacional, pela atuação na demarcação de fronteiras e pelo trabalho com os povos indígenas brasileiros. Em 1989, o Projeto Rondon foi extinto. Porém, muitos rondonistas seguiram atuando segundo o espírito e os princípios que norteavam o projeto, tendo sido criada a Associação Nacional dos Rondonistas, em 1990.
 
Nesta primeira etapa da sua história, cujo lema era “Integrar para não Entregar”, o Projeto Rondon tinha um perfil mais assistencialista, principalmente na área da saúde, de atendimento às populações mais carentes de regiões remotas e de difícil acesso do país. A crescente participação de estudantes nas “Operações”, a diversificação das atividades e a presença em diferentes Estados brasileiros incentivou a implantação de Campi Avançados. Esses campi eram bases de operações mantidas pelas universidades, geralmente em Estados distantes de sua sede e em uma região cultural bem diferente a fim de proporcionar aos estudantes contato com a diversidade cultural e socioeconômica do país. Até o ano de sua extinção, em 1989, o Projeto Rondon possuía 22 Campi Avançados distribuídos pelo país. Em 2005, o Projeto Rondon foi retomado pelo Ministério da Defesa a partir de uma iniciativa da União Nacional dos Estudantes (UNE).
 
Nesta nova fase, o projeto passou a ter um caráter mais educativo, com foco na formação de lideranças e multiplicadores, e de atuação mais abrangente, dividindo-se em duas frentes principais: Conjunto A envolvendo cultura, direitos humanos e justiça, educação e saúde; e Conjunto B envolvendo comunicação, tecnologia e produção, meio ambiente e trabalho. Recentemente, surgiu o Conjunto C (comunicação social) para a participação de uma equipe universitária responsável pela cobertura de comunicação e divulgação da Operação. O Ministério da Defesa tem procurado realizar quatro Operações anuais, sendo duas no mês de julho e outras duas no mês de janeiro, cobrindo de 10 a 15 municípios em cada Operação, com duas equipes universitárias, atuando cada uma em um dos Conjuntos A e B.
 
Como princípio, acreditamos que o trabalho coletivo e multiplicador que fomenta a auto-organização, busque o direito e a justiça social, a valorização cultural, através da atuação humanizadora, forma um mosaico de pessoas que apostam no potencial humano e na mudança. Vem com a gente!