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Unidade do Centro Universitário Saúde ABC já realizou mais
de 7 mil exames de RT-PCR e outros 6 mil testes rápidos

 

O Laboratório de Análises Clínicas do Centro Universitário Saúde ABC / Faculdade de Medicina do ABC (FMABC) já está realizando testes para detecção do novo coronavírus em 10 cidades do Estado de São Paulo. Até meados de maio, a unidade contabilizava mais de 7 mil testes realizados do tipo RT-PCR e outros 6 mil testes rápidos. O início do trabalho ocorreu em março com São Bernardo e São Caetano. Em 10 de abril, o Instituto Adolfo Lutz publicou no Diário Oficial do Estado de São Paulo o credenciamento da unidade do ABC, dispensando de contraprova os resultados obtidos. Desde então, novos municípios buscaram a FMABC para parcerias na área.

 Convênios com Santo André, Ribeirão Pires e Mauá tiveram início em abril. Em seguida começaram Cajamar, Caieiras, Franco da Rocha, Francisco Morato e Mairiporã. Hoje o Laboratório da FMABC analisa média de 400 exames por dia, tanto de RT-PCR quanto de testes rápidos. “Os municípios colhem as amostras e nos encaminham. Nós realizamos a análise dos materiais e aplicamos metodologia própria, desenvolvida no início deste ano. No caso do RT-PCR, entregamos os resultados em no máximo 48 horas”, informa o vice-reitor do Centro Universitário e coordenador do Laboratório de Análises Clínicas da FMABC, Dr. Fernando Luiz Affonso Fonseca.

 A equipe do Laboratório iniciou a padronização da metodologia do RT-PCR em janeiro e enviou o pedido de credenciamento ao Instituto Adolfo Lutz, que avaliou o protocolo utilizado, a condução da reação, a coleta das amostras e a forma como é feita a extração do material genético-viral. O processo foi aprovado e o Centro Universitário Saúde ABC passou a realizar exames para São Caetano e São Bernardo, cujos resultados positivos eram enviados para confirmação no próprio Adolfo Lutz. Desde a publicação do credenciamento no Diário Oficial, a contraprova não é mais necessária e os casos positivos são notificados diretamente à Secretaria de Estado da Saúde. Já os testes rápidos começaram a ser realizados em abril.

 Além do Dr. Fernando Fonseca, integram a equipe responsável pelo projeto os pesquisadores Beatriz Alves, Glaucia Luciano, Matheus Perez, Katharyna Gois e Marina Peres.

 

Informações à Imprensa com Eduardo Nascimento

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Dr. Sergio Baldassin, da Medicina ABC, estará entre os convidados da

Associação Brasileira de Psiquiatria para debate hoje, ao vivo, às 20h30

 

O professor de Psiquiatria do Centro Universitário Saúde ABC / Faculdade de Medicina do FMABC, Dr. Sergio Baldassin, participará hoje (12/05), a partir das 20h30, de uma ‘live’ sobre aspectos da saúde mental dos profissionais da Saúde envolvidos no combate à Covid-19.  A transmissão será feita pelo canal da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) no site da instituição: www.abp.org.br, pelo Facebook (@abpbrasil), Instagram (abpbrasil) ou pelo YouTube, no canal ABPTV.

O debate será realizado junto a outros especialistas, como o presidente da ABP e da Associação Psiquiátrica da América Latina (APAL), Dr. Antônio Geraldo da Silva; a professora aposentada de Psiquiatria da Universidade Federal de Sergipe (UFS) e membro da Comissão de Atenção à Saúde Mental do Médico da ABP, Dra. Edméa Oliva; além do professor livre-docente adjunto do Departamento de Psiquiatria da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Dr. Marcelo Feijó.

 Interessados podem participar enviando perguntas pelos espaços de comentários das transmissões ou pela Linha Direta no site da ABP: https://www.abp.org.br/abptv.

HISTÓRICO

Graduado pela Faculdade de Medicina do ABC em 1982, Dr. Sergio Baldassin é mestre em Psiquiatria pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) e doutor em Psiquiatria e Psicologia Médica pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Atualmente é professor da disciplina de Psiquiatria e Psicologia Médica do Departamento de Neurociências da FMABC e é o atual coordenador da Comissão de Saúde Mental do Médico da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP).

 

Informações à Imprensa com Eduardo Nascimento

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Desde 2018, plataforma on-line orienta e tira dúvidas nas áreas de Pediatria e Puericultura

Temas frequentes relacionados à saúde infantil, dúvidas dos pais e as situações mais comuns envolvendo a Pediatria e a Puericultura são o foco de alunos do 4º ano de Medicina do Centro Universitário Saúde ABC / Faculdade de Medicina do ABC (FMABC) no ‘ABC da Pediatria’ – canal on-line com postagens periódicas no Facebook e Instagram. A iniciativa comandada por acadêmicos monitores da disciplina de Pediatria teve início em 2018 e, em função da pandemia do novo coronavírus, desde meados de abril deste ano tem destacado assuntos ligados à Covid-19.

Entre os temas já disponíveis estão postagens sobre “Você sabe o que é a Covid-19?”, “Atenção! Como podemos proteger nossas crianças?” e “Sintomas do novo coronavírus nas crianças”. Segundo a equipe do ABC da Pediatria, estudo publicado no início de março sugere que as crianças são tão propensas a se infectarem quanto os adultos, apesar de apresentarem menos sintomas e menor risco de desenvolver a doença em sua forma grave. “Mesmo assim, devemos tomar medidas de prevenção para que nossas crianças não sejam expostas aos riscos dessa infecção, já que existem relatos de casos mais graves entre os pequenos”, alertam os acadêmicos da FMABC.

Os sintomas da Covid-19 nas crianças são semelhantes aos de uma síndrome gripal, como febre, tosse, congestão nasal, coriza e dor de garganta. Contudo, também podem ocorrer aumento da frequência respiratória, sibilos (chiado) e pneumonia. Sintomas gastrointestinais, como vômitos e diarreia, podem ocorrer e são mais comuns em crianças do que em adultos.

TRABALHO CONJUNTO
O ABC da Pediatria é feito por alunos do 4º ano de Medicina, monitores da disciplina de Pediatria, e está sob responsabilidade da coordenadora da Monitoria de Pediatria, Dra. Maria Regina Domingues de Azevedo, e do vice-coordenador, Dr. José Kleber Kobol Machado. Médicos residentes e professores de diversas áreas também contribuem, conforme os temas a serem abordados. Por meio das redes sociais, o objetivo é passar orientações confiáveis, baseadas em evidências científicas, e esclarecer dúvidas de pais, responsáveis e educadores de bebês, crianças e adolescentes, assim como dos próprios pacientes, demais acadêmicos e profissionais da saúde.

Trata-se de uma atividade acadêmica e de extensão, que leva ao aprendizado a partir de pesquisas bibliográficas e orientação dos docentes sobre os temas em desenvolvimento. Além do conhecimento técnico adquirido, o projeto também possibilita a vivência prática com o público nas redes sociais, permitindo que os estudantes entendam as principais dúvidas, demandas e os questionamentos mais frequentes.

Interessados podem acompanhar as postagens no Facebook pelo @pediatriaabc e no Instagram pelo @abcdapediatria_. Vale ressaltar que, seguindo os preceitos da ética médica, esses espaços on-line não realizam consultas individuais e têm somente o intuito de divulgar conteúdo informativo ao público.

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Em meio à quarentena, cursos adotam plataforma ‘Google For Education’ e mantêm atividades do ano letivo com aulas e avaliações virtuais

O Centro Universitário Saúde ABC - FMABC, em Santo André, se adaptou à pandemia provocada pela Covid-19 e desenvolveu tecnologias capazes de manter o cronograma pedagógico dos seus nove cursos da área de ciências da saúde. Com apoio operacional e educacional do Núcleo de Educação a Distância (NEaD) da instituição, alunos e professores têm utilizado a plataforma educacional do Google (Google for Education) para desenvolvimento regular das atividades do ano letivo. A iniciativa segue a portaria 345 do Ministério da Educação, de 19 de março de 2020, que autoriza em caráter excepcional a substituição das disciplinas presenciais em andamento por aulas virtuais nas instituições de ensino superior integrantes do sistema federal de ensino.

O ambiente virtual é blindado contra ataques de hackers, propagandas, vírus e malwares, spams e outras interferências. A plataforma permite a realização de videoconferências com chat, ao vivo, podendo ser gravadas para posterior disponibilização à comunidade acadêmica, além de oferecer espaço em nuvem com capacidade de gigabytes ilimitada.

Com acesso fácil e descomplicado, as ferramentas são simples de operar. Sempre atualizadas com melhorias, atendem totalmente às demandas dos docentes para envio de materiais, permitem o estabelecimento de atendimentos on-line imediatos ou com data e hora marcados e realização de aulas com compartilhamento de tela. Neste formato, os alunos veem o que o professor mostra, ouvem suas explicações e esclarecem dúvidas ao mesmo tempo. A plataforma também permite a criação de atividades com pontuação para nota, utilização de rubricas para avaliação e com total fluidez nas devolutivas contínuas e sistemáticas, delineando um processo completo de avaliação formativa. Desta forma, professores e alunos trabalham de maneira colaborativa, considerada uma das principais premissas da educação a distância de qualidade.

A escolha da plataforma e a solicitação de implantação, feitas pelo NEaD, levaram em conta a praticidade e a completude da ferramenta, além da facilidade de uso dos seus aplicativos por professores e alunos. As comunicações funcionam de forma síncrona (com diálogo em tempo real, com fluidez semelhante às aulas presenciais) e assíncrona (mensagens gravadas e armazenadas em ambiente virtual para posterior visualização). Professores e alunos encontram-se em atividades síncronas durante o período regular das aulas de cada disciplina. As aulas são gravadas e depois disponibilizadas em outro aplicativo da mesma plataforma, de modo que os alunos possam revê-las quantas vezes quiserem.

Na FMABC o processo de educação virtual é coordenado pela professora de Fisicoquímica e de Química Geral e Inorgânica do curso de Farmácia, Dra. Lucia Machado de Andrade, certificada pelo próprio Google como "Educador Nível 1", "Educador Nível 2" e "Google Trainer". A docente, doutora em Ciência e Tecnologia pela Universidade Federal do ABC (UFABC), atende às demandas da comunidade acadêmica da FMABC em busca do alinhamento do uso das ferramentas às boas práticas educacionais e pedagógicas. O NEaD possui serviço de apoio aos docentes para esclarecimento de dúvidas pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

Segundo a professora, boas ferramentas tecnológicas — usadas de forma adequada pedagogicamente — também estimulam o aumento do engajamento dos estudantes com seus processos educativos. Da mesma forma, há impacto positivo na motivação dos docentes, que estabelecem práticas de ensino e de aprendizagem colaborativas e, portanto, contribuem com a melhoria da qualidade do processo educativo de modo geral.

“Hoje, ainda mais do que antigamente, uma boa formação acadêmica não é aquela em que conteúdos são transmitidos do professor ao aluno. Aprender preconiza ação, e não passividade. Preconiza participação ativa do sujeito aprendiz, seja na resolução de problemas, sendo proativos, mediadores de conflitos ou trabalhando harmonicamente em grupo. O uso de tecnologias educacionais se alinha a esta forma de fazer educação, uma vez que acentua no indivíduo sua autonomia e seu protagonismo. É nessa direção que a FMABC caminha. Não seremos mais os mesmos. Alunos, professores, coordenações de curso, reitoria, pró-reitoria de graduação e toda a comunidade acadêmica se percebem mais próximos, ainda que em tempos de isolamento social e físico, pois as tecnologias de ensino nos aproximaram ainda mais e nos mostraram de forma quase palpável o quanto já caminhávamos e continuaremos caminhando em consonância, sempre visando o melhor para nossos alunos”, resume a docente.

NA PRÁTICA
Para o vice-reitor do Centro Universitário Saúde ABC e professor titular da disciplina de Análises Clínicas do Departamento de Patologia, Dr. Fernando Luiz Affonso Fonseca, os novos modelos de ensino a distância têm funcionado bem, permitindo a continuidade das atividades mesmo em meio à pandemia e ao isolamento social. “Estamos conseguindo manter as aulas e realizar as avaliações, garantindo que os alunos avancem no curso e no aprendizado das disciplinas”, considera o docente, que exemplifica: “Em meados de abril aplicamos prova da disciplina de Hematologia Clínica para o 5º ano de Farmácia. Foi totalmente virtual. Postamos a avaliação e contamos o tempo para que os alunos salvassem as respostas em um arquivo na nuvem. Avaliando o desempenho, percebemos que o rendimento foi muito parecido com o da turma de 2019. O conteúdo ministrado foi o mesmo nos dois anos e a média das notas é muito semelhante”, informa Fonseca, que acredita que os modelos são equivalentes, sem prejuízos aos estudantes: “Evidentemente, todos nós ainda estamos nos adaptando e um grande desafio é manter a concentração dos alunos nas plataformas virtuais. Estamos reaprendendo. É um novo método de ensino-aprendizagem e acredito que muita coisa vai mudar após a pandemia”.

Médico assistente do ambulatório de Pneumologia do centro universitário, Dr. Franco Chies Martins também tem se adaptado à nova rotina de educação a distância com os alunos do 5º e 6º anos do curso de Medicina. Especialista em medicina do sono, a aula sobre apneia do sono já foi administrada pelo ambiente virtual. “Conversamos com as representantes das salas e agendamos nosso horário. Enviamos previamente artigos científicos para que a turma fizesse a pré-leitura. Depois, compartilhei a tela com vídeos, áudios e chat online. Houve interação com perguntas e dúvidas, além de anotação de presença virtual dos alunos. Tem sido uma experiência positiva e com novo dinamismo de conteúdo”, avalia.